quarta-feira, junho 21, 2006
Direitos humanos Vs Terrorismo
"O presidente da Comissão Europeia (CE), José Manuel Durão Barroso, considerou que o Ocidente se arrisca a «perder a sua alma» na guerra contra o terrorismo, declarações que antecedem a cimeira de hoje entre Washington e UE.
«Estamos empenhados na luta contra o terrorismo, mas se suprimíssemos os direitos civis e liberdades cívicas devido à nossa luta contra o terrorismo, então a vitória seria dos terroristas», afirmou Barroso em entrevista publicada no International Herald Tribune, horas antes do início da cimeira anual entre Washington e a UE, em Viena.
Na cimeira, a UE deverá repetir o pedido para o encerramento da prisão norte-americana de Guantanamo, em Cuba, onde cerca de 500 alegados terroristas estão ainda detidos, sem qualquer enquadramento jurídico, alguns deles há mais de quatro anos.
«Pensamos que a atitude moral que temos de adoptar no âmbito da luta contra o terrorismo não deve ser posta em causa por um qualquer vazio ou uma qualquer ruptura a nível do respeito pelos direitos humanos», afirmou Barroso, numa outra entrevista ao Financial Times, também hoje publicada.
José Manuel Durão Barroso afirmou ainda estar preocupado com a recusa de Washington de permitir um livre acesso, sem visto, aos cidadãos dos 10 novos Estados membros da UE, a maior parte na Europa de Leste.
Paralelamente a estas criticas, Barroso congratulou-se (na entrevista ao Financial Times) com a «clara melhoria de relações entre a UE e os Estados Unidos», nomeadamente sobre o dossier nuclear iraniano.
«Estamos gratos pelo apoio dos Estados Unidos à diplomacia europeia relativamente ao Irão», adiantou Barroso.
Na cimeira anual entre europeus e norte-americanos, a UE deverá ser hoje representada pelo chanceler austríaco, Wolfgang Schüssel - cujo país detém a presidência rotativa da UE - e por Durão Barroso, enquanto a delegação norte-americana será liderada pelo presidente George W. Bush e a secretária de Estado Condoleezza Rice. "
«Estamos empenhados na luta contra o terrorismo, mas se suprimíssemos os direitos civis e liberdades cívicas devido à nossa luta contra o terrorismo, então a vitória seria dos terroristas», afirmou Barroso em entrevista publicada no International Herald Tribune, horas antes do início da cimeira anual entre Washington e a UE, em Viena.
Na cimeira, a UE deverá repetir o pedido para o encerramento da prisão norte-americana de Guantanamo, em Cuba, onde cerca de 500 alegados terroristas estão ainda detidos, sem qualquer enquadramento jurídico, alguns deles há mais de quatro anos.
«Pensamos que a atitude moral que temos de adoptar no âmbito da luta contra o terrorismo não deve ser posta em causa por um qualquer vazio ou uma qualquer ruptura a nível do respeito pelos direitos humanos», afirmou Barroso, numa outra entrevista ao Financial Times, também hoje publicada.
José Manuel Durão Barroso afirmou ainda estar preocupado com a recusa de Washington de permitir um livre acesso, sem visto, aos cidadãos dos 10 novos Estados membros da UE, a maior parte na Europa de Leste.
Paralelamente a estas criticas, Barroso congratulou-se (na entrevista ao Financial Times) com a «clara melhoria de relações entre a UE e os Estados Unidos», nomeadamente sobre o dossier nuclear iraniano.
«Estamos gratos pelo apoio dos Estados Unidos à diplomacia europeia relativamente ao Irão», adiantou Barroso.
Na cimeira anual entre europeus e norte-americanos, a UE deverá ser hoje representada pelo chanceler austríaco, Wolfgang Schüssel - cujo país detém a presidência rotativa da UE - e por Durão Barroso, enquanto a delegação norte-americana será liderada pelo presidente George W. Bush e a secretária de Estado Condoleezza Rice. "
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